Champions League – fase de grupos

O blog É Pênalti traz um resumo dos grupos e claro, arrisca palpites para os classificados.

E já começa a contagem regressiva para os jogos!

Grupo A

Porto (POR), Dínamo de Kiev (UCR), PSG (FRA) e Dínamo Zagreb (CRO)

Na condição de cabeça de chave, o Porto precisa se impor. O Dínamo de Kiev pode ser um adversário complicado para os portugueses além dos novos ricos do PSG. A ressalva é o mau começo do PSG no campeonato francês, com três empates em três jogos.

Palpite: Porto e PSG

Grupo B

Arsenal (ING), Schalke 04 (ALE), Olympiacos (GRE) e Montpellier (FRA)

O grupo não é difícil, mas a atual equipe do Arsenal não inspira muita confiança. Semifinalista em 2011, o Schalke brigará pelas vagas com os campeões grego e francês.

Palpite: Arsenal e Schalke 04

Grupo C

Milan (ITA), Zenit São Petesburgo (RUS), Anderlecht (BEL) e Málaga (ESP)

Luciano Spalletti, técnico do Zenit, irá até seu país para enfrentar o Milan. As duas equipes, aliás, despontam como favoritas para classificação.

Palpite: Milan e Zenit

Grupo D

Real Madrid (ESP), Manchester City (ING), Ajax (HOL), Borussia Dortmund (ALE)

Um grupo divertido… para quem não torce por nenhum dos times. Enquanto Real Madrid tem a obrigação de passar, City, Ajax e Dortmund precisam mostrar algo a mais do que fizeram na última edição da Champions League.

Palpite: Real Madrid e Manchester City

Grupo E

Chelsea (ING), Shakhtar Donetsk (UCR), Juventus (ITA), Nordsjaelland (DIN)

Os ucranianos do Shakhtar ganharam experiência recente no torneio, mas enfrentar os atuais campeões europeus e italianos não será tarefa fácil.

Palpite: Chelsea e Juventus

Grupo F

Bayern de Munique (ALE), Valencia (ESP), Lille (FRA) e BATE Borisov (BLR)

Boa chance para o Valencia se classificar. Se entrosada, pode ser um dos “segundos colocados” complicados nos playoffs. Fica com o Bayern a responsabilidade de liderar o grupo.

Palpite: Bayern e Valencia

Grupo G

Barcelona (ESP), Benfica (POR), Spartak Moscou (RUS), Celtic (ESC)

A discrepância do Barcelona em relação às demais equipes não tira a expectativa em ver como será a briga pelo segundo lugar.

Palpite: Barcelona e Benfica

Grupo H

Manchester United (ING), Braga (POR), Galatasaray (TUR) e Cluj (ROM)

Mesmo eliminado na primeira fase da edição anterior, o Manchester United continua favorito à classificação. E com as recentes boas campanhas europeias, o Braga apareceu no pote 2 do sorteio.

Palpite: Manchester United e Braga

E você, concorda? Quais são seus palpites? Participe!

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Champions League – sorteio de grupos

Dez equipes superaram a fase eliminatória e estarão no sorteio dos grupos da UEFA Champions League amanhã, junto com outros vinte e dois clubes previamente classificados.

Confira quem passou nos playoffs e os potes para o sorteio de amanhã. Dá até para imaginar quem enfrenta quem.

Playoffs

Jogos de volta (28/08/2012)

Anderlecht (BEL) 2×0 Limassol (CHP)
Placar agregado: 3×2 Classificado – Anderlecht (BEL)

Maribor (ESL) 0x1 Dinamo Zagreb (CRO)
Placar agregado: 3×1 Classificado – Dinamo Zagreb (CRO)

Udinese (ITA) 1×1 Braga (POR)
Placar agregado 2×2 (Braga 5×4 nos pênaltis) Classificado: Braga (POR)

Hapoel Kiryat Shmona (ISR) 1×1 BATE Borisov (BLR)
Placar agregado: 3×1 Classificado – BATE Borisov (BLR)

Panathinaikos (GRE) 0x0 Málaga (ESP)
Placar agregado: 0x2 Classificado – Málaga (ESP)

Jogos de volta (29/08/2012)

Celtic (ESC) 2×0 Helsinborg (SUE)
Placar agregado: 4×0 Classificado – Celtic (ESC)

Lille (FRA) 2×0 Copenhagen (DIN)
Placar agregado: 2×1 Classificado – Lille (FRA)
Obs: o segundo gol do Lille foi na prorrogação.

Cluj (ROM) 1×0 Basel (SUI)
Placar agregado: 3×1 Classificado – Cluj (ROM)

Fenerbahce 1×1 Spartak Moscou (RUS)
Placar agregado: 2×2 Classificado – Spartak Moscou (RUS)

Dinamo Kiev (UCR) 1×2 Borussia Monchengladbach (ALE)
Placar agregado: 4×3 Classificado – Dinamo Kiev (UCR)

Confira os potes para o sorteio de amanhã:

Pote 1

Chelsea (ING)
Barcelona (ESP)
Manchester United (ING)
Bayern de Munique (ALE)
Real Madrid (ESP)
Arsenal (ING)
Porto (POR)
Milan (ITA)

Pote 2

Valencia (ESP)
Benfica (POR)
Shakhtar Donetsk (UCR)
Zenit São Petesburgo (RUS)
Schalke 04 (ALE)
Manchester City (ING)
Braga (POR)
Dinamo de Kiev (UCR)

Pote 3

Olympiacos (GRE)
Ajax (HOL)
Anderlecht (BEL)
Juventus (ITA)
Spartak Moscou (RUS)
PSG (FRA)
Lille (FRA)
Galatasaray (TUR)

Pote 4

Celtic (ESC)
Borussia Dortmund (ALE)
BATE Borisov (BLR)
Dinamo Zagreb (CRO)
Cluj (ROM)
Málaga (ESP)
Montpellier (FRA)
Nordsjaelland (DIN)

Agora é hora de simular os grupos até a hora do sorteio, que começa às 12:45, horário de Brasília.

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Resumo: Liga dos Campeões da Europa – playoffs

Nesta semana aconteceram os jogos de ida dos playoffs da Liga dos Campeões 2012/2013. Vinte equipes se enfrentam na busca de dez vagas para a fase de grupos. Aqui um resumo do que aconteceu!

Jogos de 21/08

Spartak Moscou (RUS) 2×1 Fenerbahce (TUR)

Estádio Luzhniki – Moscou, Rússia

Os três gols saíram num intervalo de pouco mais de dez minutos, todos no segundo tempo. Emenike e Kombarov marcaram para o Spartak enquanto Dirk Kuyt, ex-Liverpool fez o gol da equipe turca. Vitória por 1 a 0 classifica o Fenerbahce.

Basel (SUI) 1×2 Cluj (ROM)

St. Jakob-Park – Basileia, Suíça

O Basel saiu na frente e tomou a virada no segundo tempo. Resultado muito ruim para quem jogou em casa. Cluj com um pé na vaga. Lembremos que o Basel chegou nas oitavas de final da última edição.

Helsinborg (SUE) 0x2 Celtic (ESC)

Olympia – Helsinborg, Suécia

Os gols de Commons e Samaras deixam o Celtic muito perto da fase de grupos. A equipe escocesa pode voltar à fase de grupos pela primeira vez desde a temporada 2008/09.

Borussia Monchengladbach (ALE) 1×3 Dynamo Kiev (UCR)

Borussia-Park – Monchengladbach, Alemanha

A Alemanha conseguiu uma quarta vaga na Liga dos Campeões, “roubando” uma vaga dos italianos. Mas, o Borussia Monchengladbach não fez valer a pena ao perder o jogo de ida em casa para o Dynamo Kiev.

Copenhagen (DIN) 1×0 Lille (FRA)

Parken – Copenhague, Dinamarca

O gol de Santin deixa boa vantagem para os dinamarqueses em um jogo com mais chutes a gol dos visitantes (9 a 4).

Jogos de 22/08

Braga (POR) 1×1 Udinese (ITA)

Estádio Municipal de Braga – Braga, Portugal

A Udinese vencia fora de casa até o gol de empate do brasileiro Ismaily.

Dinamo Zagreb (CRO) 2×1 Maribor (SVN)

Stadion Maksimir – Zagreb, Croácia

Milan Badelj, do Dinamo, marcou duas vezes: uma a favor e um contra. O Maribor, da Eslovênia precisa de uma vitória simples para classificar.

Malaga (ESP) 2×0 Panathinaikos (GRE)

La Rosaleda – Malaga, Espanha

O total de 22 tentativas (7 chutes ao gol) do Málaga contra 5 do Panathinaikos mostra como a equipe da casa foi superior.

BATE Borisov (BLR) 2×0 Hapoel Kiryat Shmona (ISR)

Dinamo Stadion – Minsk, Bielorússia

Vitali Rodionov marcou duas vezes e o BATE Borisov está perto da fase de grupos pela terceira vez.

AEL (CHP) 2×1 Anderlecht (BEL)

GSP Stadium – Nicosia, Chipre

Após o sucesso do APOEL na Liga dos Campeões da última temporada, os conterrâneos do AEL venceram o jogo de ida em busca da classificação.

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Muito mais que medalhas

Imagine o seguinte cenário nos jogos de Londres-2012:

Oscar empata o jogo contra o México e na prorrogação Neymar marca. César Cielo é décimos mais veloz e vence a apertada prova dos 50 metros. Alison e Emanuel viram o jogo contra os alemães na decisão do vôlei de praia. O Brasil fecha o terceiro set no vôlei masculino e impede a reação da Rússia. Leandro Guilheiro, número um do mundo no ranking de sua categoria, confirma o favoritismo e leva o ouro no judô.

Nada muito improvável. Exceto por Leandro Guilheiro, que não chegou na fase decisiva do torneio, os cenários imaginados estiveram bem próximos da realidade.

Onde quero chegar?

Com esses cinco ouros adicionais, o Brasil teria oito medalhas dessa cor, e pularia para a décima colocação do quadro de medalhas, superando a forte Austrália. Ficar entre os top 10 é um dos objetivos do comitê nacional para a edição 2016. Parênteses: esse ranking de medalhas não é oficial. O Comitê Olímpico Internacional (COI) não utiliza essa métrica, difundida nos meios de comunicação, e nem o critério de medalhas de ouro como prioridade.

Mas, o total de oito medalhas douradas que acabamos de imaginar seria suficiente para deixar o Brasil entre os dez melhores de 2012. E pergunto: seríamos uma potência olímpica? A nossa distância para esse patamar é só essa, de alguns momentos esportivos adversos?

Não. Explico. A cada Olimpíada os mais desavisados se decepcionam com o desempenho dos atletas brasileiros. Ficamos quatro anos pouco informados sobre os resultados do mundo esportivo e de repente queremos medalha, medalha, medalha (já diria o personagem Mutley). Mas não são algumas medalhas que distanciam o Brasil de ser a tão falada potência olímpica. Precisamos entender que medalhas são apenas uma das consequências de políticas esportivas. Ganhar medalhas a rodo não é suficiente para caracterizar um país como potência olímpica. Mas sim, aqueles que possibilitam a seus habitantes a chance de praticar esportes como opção de lazer e saúde, e não só os atletas profissionais (no nosso caso, nem só).

Pense: se você quiser praticar basquete e vôlei, onde vai? Praticar de verdade, treinar fundamentos, ter instruções sobre condicionamento físico adequado, disputar mini-torneios amigáveis e sem pagar muito por isso. Pense mais longe: e judô ou atletismo? Onde você treinaria, caso não tivesse como meta ser um atleta de ponta?

Desde a escola a educação esportiva é falha. Não conhecemos muitos esportes a fundo, não aprendemos regras, táticas, história, e como consequência não consumimos e fomentamos outros esportes além do futebol, com exceções, é claro. A falta do conhecimento gera desinteresse do público, que impacta diretamente os atletas de alto rendimento, pois não há competições e oportunidades necessárias para todos.

O papel do Ministério do Esporte deveria ser diretamente com as confederações. Difundindo cada modalidade, nas escolas, universidades, entre a população adulta e aposentados, e cobrando os resultados de cada diretoria. Aumentando o número de praticantes, naturalmente aumentam as chances de atletas de alto nível surgirem. Mas novamente: essa deveria ser a consequência e não o objetivo.

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou que vai investir em “modalidades individuais”. Novamente, estamos tapando o sol com a peneira. Investir em alguns poucos atletas, ganhar medalhas e subir no ranking. As confederações não parecem muito insatisfeitas (ou ao menos, pouco demonstram) e seguimos assim. E por falar em medalhas, nos jogos de Londres, gastamos o dobro por medalha do que o comitê olímpico americano.

Apesar de não ser 100%, o modelo norte-americano merece elogios. Está na moda falar mal dos EUA, e em competições esportivas não é raro ver alguém torcendo contra. Mas como negar a estrutura oferecida por eles à prática esportiva da população comum? Os campeonatos universitários são tão bem organizados e difundidos que televisões a cabo transmitem no Brasil. E se você acha que é só para os mais novos, dê uma olhada nesse link: Senior Games. Isso mesmo, jogos para a terceira idade. Estamos muito longe disso, infelizmente. Além disso, o quadro de medalhas também não serve como indicador da qualidade de vida de cada país. Considere que Noruega, Dinamarca e Suécia aparecem em 29°, 35° e 37°, respectivamente.

Com um trabalho de base, nas escolas e universidades, divulgação entre a população média e a possibilidade da prática esportiva a todos, o esporte de alto rendimento se torna consequência e não prioridade.

Infelizmente, parecemos fadados ao modelo inverso: o importante é a medalha.

Resumo Londres – dias 12 a 16

Dia 12

Fábio da Silva participou das eliminatórias do salto com vara, mas não conseguiu classificação. No hipismo, os brasileiros Rodrigo Pessoa e Doda Miranda chegaram à final mas não conseguiram medalha.

Essa veio no vôlei de praia com Juliana e Larissa. Depois da derrota nas semifinais, a dupla voltou à quadra e venceu o duelo que valia a medalha de bronze.

Decepção do dia: basquete masculino. Mas aqui, o sentido da decepção é outro. Sabíamos que as quartas de final seriam dificílimas contra a Argentina, mas ficou a sensação de que a equipe poderia ir mais longe. Mesmo assim, a campanha foi boa.

Dia 13

Poliana Okimoto entrou no lago do Hyde Park para a disputa da maratona aquática mas não foi bem e abandonou a prova. No atletismo, Usain Bolt conseguiu mais uma medalha de ouro ao vencer os 200m rasos. Diogo Silva teve grande participação mas ficou em quarto lugar no taekwondo. Os Estados Unidos ficaram com a medalha de ouro no futebol feminino, vencendo o Japão na final.

Decepção do dia: vôlei de praia. Não seria fácil, mas após a derrota dos favoritos norte-americanos, a expectativa era de que Emanuel e Alison vencessem a final. Perderam e ficaram com a prata.

Dia 14

No basquete masculino Espanha e Estados Unidos venceram Rússia e Argentina, respectivamente, nas semifinais. O vôlei feminino teve Estados Unidos e Brasil rumo à final. Coreia do Sul ficou com a medalha de bronze no futebol masculino.

Decepção do dia: atletismo. O revezamento 4×100 masculino, medalha de prata em Sydney-2000, ficou nas eliminatórias e não chegou à final.

Dia 15

Grande vitória da equipe brasileira feminina de vôlei. Venceram os Estados Unidos e conseguiram a segunda medalha de ouro seguida. Natália Falavigna, no Taekwondo, foi eliminada na primeira rodada na categoria acima de 67kg. Ela fraturou o pé durante a luta.

Decepção do dia: futebol masculino. Era mais uma chance para conseguir o inédito ouro na modalidade. Não foi. O México venceu por 2 a 1.

Dia 16

O último dia teve a medalha de bronze de Yane Marques, no pentatlo moderno. Ela terminou a prova exausta, mas trouxe um inédito resultado para o Brasil. Na maratona, Marilson Gomes dos Santos ficou em quinto lugar. Paulo Roberto de Almeida e Franck Caldeira ficaram em oitavo e décimo terceiro lugar, respectivamente.

Decepção do dia: vôlei masculino. Abriu dois sets a zero, teve pontos para fechar o jogo mas levou a virada. Ouro para a Rússia.

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Resumo Londres – dias 10 e 11

Dia 10

Arthur Zanetti conquistou a primeira medalha do Brasil na ginástica. E foi de ouro, ao vencer a final das argolas. Como era de se esperar, a medalha é seguida de expectativas sobre o desenvolvimento da ginástica artística no país. Sem trabalho, não acontecerá nada. Ao menos Zanetti fez sua parte.

No vôlei de praia Ricardo e Pedro foram eliminados nas quartas de final. Perderam para a dupla alemã Brick e Reckermann por 2 a 0. Na quadra, o Brasil venceu a Alemanha e agora enfrenta a Argentina nas quartas de final, pelo torneio de vôlei masculino.

A seleção brasileira de basquete enfrentou a Espanha em confronto marcado pelo “vai entregar ou não”? Quem vencesse teria, na teoria e na prática, um caminho mais difícil nas quartas e semifinal. O Brasil não quis nem saber e derrotou os espanhóis por 88 a 82. Mas ficou algo estranho no ar, principalmente ao ver o placar do último período: 31 a 16 para o Brasil.

Yelena Isinbayeva não foi ouro na final do salto com vara. Ficou com o bronze. O ouro foi para a norte-americana Jennifer Surh, saltando 4,75. A brasileira Fabiana Murer saltou 4,85 no mundial de 2011. Dessa vez, não conseguiu nem chegar à final.

O futebol feminino perdeu nas semifinais para o Japão. Considerando que as japonesas são as campeãs mundiais, o resultado não foi tão impressionante assim.

Decepção do dia: hipismo. O Brasil não fez uma boa exibição e terminou em último lugar na final dos saltos por equipes. Ao menos, Rodrigo Pessoa e Doda Miranda estão na final individual.

Dia 11

A seleção de handebol feminino tinha confronto dificílimo com a Noruega, atual campeã olímpica e mundial. Chegou a abrir seis gols de diferença, mas parou aí. A Noruega foi buscar o placar, empatou e terminou vencendo. Apesar da bela campanha, o resultado final não foi o esperado. Caindo nas quartas de final, a equipe está fora da briga por medalhas.

O futebol masculino garantiu medalha ao vencer a Coreia do Sul por 3 a 0. Joga a decisão sábado, contra o México, que derrotou o Japão. No vôlei de praia, enquanto Ricardo e Alison passaram à final, Juliana e Larissa perderam para as norte-americanas Kessy e Ross.

E no vôlei de quadra…

Se você não viu, procure o final do quinto set entre Brasil e Rússia. Logo a Rússia, de novo pelo caminho. As brasileiras dessa vez tiveram match points contra e foram pra cima. Vitória incrível, classificação e que venha o Japão nas semifinais.

Decepção do dia: atletismo. Maurren Maggi estreiou na fase classificatória do salto em distância. Não foi bem e está fora da final.

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Resumo Londres – dias 7, 8 e 9

Dia 7

No sétimo dia, os esportes coletivos brasileiros tiveram resultados distintos. O vôlei feminino venceu a China por 3 a 2, placar que levou as chances de classificação para a última rodada. Também no feminino, o handebol perdeu a primeira e foi para a Rússia; o basquete foi derrotado pelo Canadá, o que resultou em eliminiação de forma melancólica. Restou apenas um último jogo para cumprir tabela.

Rafael Silva conseguiu a medalha de bronze na categoria pesado (acima de 100kg), na despedida do judô dessa edição. Maria Suellen, na categoria pesado, acima de 78 kg chegou até a última luta valendo o bronze, mas perdeu para a chinesa Wen Tong, heptacampeã mundial e campeã olímpica.

Foi também dia da aguardada final dos 50m livres, com César Cielo e Bruno Fratus caindo na piscina. Entretanto, o ouro foi para o francês Florent Manaudou e a prata para o norte-americano Cullen Jones. Cielo ficou com o bronze e Fratus terminou em quarto lugar. Ainda nas piscinas, Michael Phelps venceu mais uma: dessa vez, ouro nos 100m borboleta.

O atletismo começou com suas tantas modalidades (é o esporte que mais distribui medalhas). No tênis, Federer e Del Potro fizeram longa e tensa semifinal, que terminou 19 a 17 para o suíço no terceiro set.

Decepção do dia: futebol feminino. Mesmo perdendo para as japonesas, campeãs mundiais, cair nas quartas é cedo para quem veio de duas medalhas de prata, em 2004 e 2008.

Dia 8

Usain Bolt apareceu para competir pela primeira vez e se classificou com tranquilidade às semifinais dos 100m rasos. Também pelo atletismo, Mauro Vinícius, o Duda, chegou à final mas não brigou por medalhas.

Serena Williams arrasou Maria Sharapova e ficou com o ouro no tênis feminino. Michael Phelps e os Estados Unidos venceram o revezamento 4×100 medley, na despedida da natação em Londres e da aposentadoria de Michael Phelps.

Neymar, Oscar e cia enfrentaram Honduras pelas quartas de final do futebol masculino. Honduras chegou credenciada por eliminar a Espanha e fez jogo duro com o brasileiros. Mesmo assim, o time de Mano Menezes venceu por 3 a 2 e enfrentará a Coreia do Sul nas semifinais. O vôlei de praia nacional teve sua primeira eliminação. Maria Elisa e Talita caíram nas oitavas de final para Marketa Slukova e Kristyna Kolocova, da República Tcheca.

E a seleção masculina de basquete arrasou a China:

Decepção do dia: Fabiana Murer. A atleta errou dois saltos na altura de 4,55m e na terceira tentativa preferiu não saltar. Alegou depois que o forte vento poderia ser perigoso. O detalhe é que Fabiana era uma das favoritas e não passou nem da fase de classificação.

Dia 9

O segundo domingo em Londres teve medalha para o Brasil. Robert Scheidt e Bruno Prada ficaram com o bronze na classe star. Foi o quinto pódio de Scheidt.

No tênis, Andy Murray fez a festa dos britânicos ao vencer Roger Federer na decisão por três sets a zero. Questionar se esse é o principal título da carreira de Murray demonstra como o torneio de tênis olímpico ficou forte. Praticamente todos tenistas bem classificados no ranking jogaram e o torneio ganhou emoção e credibilidade.

A seleção de handebol feminino venceu Angola e terminou a primeira fase com quatro vitórias e uma derrota. A boa notícia é a liderança da chave. A má notícia é o confronto com a Noruega nas quartas de final. A Noruega, apesar de ficar com a quarta colocação do outro grupo, é a atual campeã mundial e olímpica.

Pelo torneio de vôlei feminino, a vitória dos Estados Unidos sobre a Turquia deixou a seleção brasileira dependendo apenas de vitória contra a Sérvia. Resultado, três sets a zero e classificação. Na próxima fase, vem a Rússia. Pedreira.

Decepção do dia: Asafa Powell. O ótimo velocista jamaicano sentiu uma lesão nos 100m rasos e foi ofuscado pela festa de seus compatriotas Yohan Blake e Usain Bolt. Resta saber se ele estará apto ao revezamento.

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