Conheça o Augsburg!

Tive mais um texto publicado no site esportivo Trivela. Dessa vez, escrevi sobre o clube alemão FC Augsburg, na seção Conheça o Clube.

Confira o texto em: http://trivela.uol.com.br/Conteudo.aspx?secao=28

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Longas discussões sobre um longo campeonato

Entra ano, sai ano, a discussão é a mesma. O Paulistão é importante? O regulamento atrai o público? Há rodadas demais?

Evitando repetir o que já foi dito incessantemente nos últimos anos sobre o tema, o Blog tentará ser sucinto ao opinar.

Sim, há times demais no Paulistão. Parece um evidente absurdo ver o campeonato regional com mesmo número de participantes da primeira divisão nacional. Resultado disso? Baixa qualidade técnica, pouco público e preocupante desinteresse. Com 12 ou 14 times, o torneio de tiro curto ganharia em emoção e cada rodada já seria decisiva.

Com o alto número de clubes, o regulamento escolhido também não é a melhor opção. Dezenove rodadas arrastadas transformam-se em uma disputa nada empolgante, ao menos até a metade da primeira fase.

Os que defendem o número de vinte clubes, zelam por maior participação dos clubes do interior do estado. Equipes outrora fortes, hoje sofrem com problemas financeiros e inchar o campeonato não pode ser visto como única solução. Por outro lado parece interessante para a Federação Paulista não fazer muitas mudanças, pois podem acarretar em desavenças com os presidentes das agremiações. Traduzindo, menos aliados políticos.

É importante respeitar a regionalidade dos estaduais. Para os pequenos, a chance de jogar com os grandes e conseguir algo mais. Aos grandes, derrotar os rivais e se preparar para o longo ano que vem pela frente.

Mas a cada ano que passa, uma reformulação parece inevitável. Ou o que é visto como preservação, pode terminar em extinção.

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Ronaldinho, o Rio e a Copa

Ronaldinho chegou ao Flamengo com status de estrela. Justo, para campeonatos que carecem de jogadores famosos mesmo com a tendência de repatriação dos últimos anos. E justo também para ele que foi um dos grandes da década, especialmente pelos anos dourados vividos em Barcelona.

O post não irá analisar a contratação tecnicamente. Mas sim outros aspectos inclusos na sua volta ao Brasil. O primeiro deles é o salário. Ou melhor, a forma encontrada para viabilizá-lo. Um milhão e oitocentos mil(!) reais é um dinheiro altíssimo para qualquer jogador em qualquer país. Especialmente quando pago por um clube que aparece com certa frequência nas manchetes por honorários atrasados. Terá o Flamengo definido bem as estratégias para esse retorno? Conseguiu o departamento de marketing rubronegro construir objetivos, ações e campanhas em tão pouco tempo? É de se pensar. Ou melhor, é para se perguntar e se explicar.

Falando em perguntas, a entrevista de apresentação foi perto do ridículo. Questionamentos absolutamente insossos – que inacredivalmente foram submetidos à um filtro pela assessoria de imprensa flamenguista – e acolhedores demais. Não raro começavam com “qual a sensação?” ou terminavam com “isso é verdade?”. Mas talvez o pior de tudo foi a presença de torcedores(ou conselheiros?) no local, que com palmas depois de algumas respostas do jogador, transformavam o ambiente em uma cópia de programa de auditório.

Ainda no Rio…

Em uma triste coincidência, no mesmo dia da apresentação de Ronaldinho o Rio de Janeiro sofreu com deslizamentos que resultaram na morte de ao menos 200 pessoas. Triste, mas não por acaso. A cidade sofre com problemas básicos e ainda sim ganhou o direito de sediar uma Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

Sem entrar no mérito esportivo, o Rio de Janeiro tem coisas muito mais importantes para investir do que em reforma de estádios ou construções de quadras megalomaníacas. Nesta semana, o jornalista Mauro Cezar Pereira, da ESPN Brasil, publicou em seu blog um texto que fala sobre a reforma da Maracanã que conduzirá à gastos de um bilhão de reais (link abaixo).

Esse discurso não pode ficar batido e os gastos com Copa e Olimpíadas não podem cair no esquecimento da população. Essa conta também deve explicações. Muito mais do que o salário de Ronaldinho.

Link para o texto de Mauro Cezar Pereira: http://migre.me/3Bo3q

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Quando a assinatura é mais valiosa do que gols

O ano futebolístico terminou com a unificação dos títulos nacionais homologada pela CBF. A partir de agora, os títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa também contam como Campeonato Brasileiro na galeria dos clubes.

Sem entrar no ranking dos campeões que obviamente foi alterado, é curioso como as equipes há anos protestavam contra o descaso da CBF aos torneios. Mas isso não seria um descaso dos próprios times?

Se são conquistas tão valiosas – como acredito que sejam – cabe aos clubes divulgar a história para os torcedores atuais compreenderem todo o cenário. As vitórias, os confrontos e os jogadores da época. Eram esses os torneios nacionais da época, decretando o “campeão do Brasil”. Apenas isso é mais importante do que qualquer canetada de qualquer dirigente.

Aparentemente, os cartolas não pensam assim. E deve ter muito torcedor celebrando os novos velhos títulos sem saber sequer como eles foram vencidos.

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É Pênalti em 2010

2010 foi o ano de estreia do Blog É Pênalti. O WordPress enviou ao Blog um e-mail bem interessante com diversas estatísticas sobre a página, que está no ar desde Abril deste ano.

Algumas das informações são bem curiosas:

– O Blog teve cerca de 3.500 views.

– O dia mais movimentado foi 18 de Junho, com o post Sobra para alguns, falta para outros (link – https://epenalti.wordpress.com/2010/06/18/dia-07-sobra-para-alguns-falta-para-outros/ ).

– Algumas palavras-chave utilizadas nas buscas que resultaram no Blog foram “Puyol”, “Costa do Marfim”, “Copa resumo”, “Estados Unidos” e “Alemanha”.

Aguardem novidades. Feliz 2011!

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