Australian Open

Peço licença para escrever sobre tênis aqui no É Pênalti.

Na noite de ontem (manhã de Segunda na Austrália) começou o Australian Open, primeiro Grand Slam do ano. Com ele, as tentativas de ficar acordado ou acordar mais cedo e ver pedaços de jogos.

Para quem gosta, há a opção de ouvir pela rádio no site oficial (http://www.australianopen.com). É verdade, tem transmissão de tênis pelo rádio, vai dizer que você não sabia?

Falando das chaves, as primeiras rodadas de Slams são naturalmente mornas. Até demais. Entre acompanhar os principais tenistas vencendo fácil, um ou outro jogo interessante (na teoria) aparece. Na primeira rodada, por exemplo, o local Bernard Tomic venceu o espanhol Fernando Verdasco por 3 sets a 2.

E vejamos até onde vão os brasileiros Thomas Bellucci, João “Feijão” Souza e Ricardo Mello.

Comentários sobre as próximas rodadas e a chave feminina nos próximos dias.

E fique acordado quem puder.

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O verdadeiro número um

Novak Djokovic é o verdadeiro número um.

E isso não é menosprezar os feitos assombrosos de Rafael Nadal nos últimos anos – especialmente em 2009 -, ou desconsiderar Roger Federer, nome frequente nas discussões sobre quem é o melhor tenista da história.

Djokovic simplesmente é o melhor do ano até aqui. Não fosse sua única derrota nas semifinais de Roland Garros, estaríamos cogitando se um mesmo tenista ganharia os quatro Grand Slams do ano. Mais: derrotou Rafael Nadal em finais de Masters no saibro.

O tênis impressionante de Novak Djokovic não precisou aparecer em Wimbledon até a final. Boas vitórias, claro. Mas a precoce derrota de Federer deixou para a decisão seu real teste.

Campeão de Wimbledon e verdadeiro número um do mundo. E enquanto o sérvio comemora, imagino que Roger e Rafa já pensam em maneiras para derrotá-lo. Que venha o US Open!

Nole e o troféu de Wimbledon

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Tênis – Até no saibro

A vitória de Djokovic sobre Nadal no último Domingo foi emblemática. Talvez tanto quanto sua invencibilidade no ano.

E foi emblemática por diversos motivos:

- Derrotou Nadal em uma final.

- Na Espanha.

- E o mais impressionante: no saibro.

Difícil dizer onde chegará a sequência de Novak Djokovic. O Masters de Roma é importante, mas as expectativas já estão em outro lugar.

Roland Garros.

Enquanto aguardamos novo duelo entre Nole e Rafa, Roger Federer perde para Richard Gasquet nas oitavas de final em Roma…

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